Your browser doesn't support javascript.

Biblioteca Virtual em Saúde

Brasil

Home > Pesquisa > ()
Imprimir Exportar

Formato de exportação:

Exportar

Email
Adicionar mais destinatários
| |

Prevalência de Fraturas do Côndilo Mandibular Associadas à Presença ou Ausência de 3o Molar Inferior em Imagens Ortopantomográficas / Prevalence of Mandibular Condylar Fractures associated with the Presence or Absence of the Lower Third Molar On Orthopantomographic Imaging

Fernandes, Emerson Siqueira Pena; Silva, Kássia Fabíola Oliveira da; Guimarães, Rafael Moreira de Paula; Vasconcelos, Belmiro Cavalcanti do Egito; Carneiro, Suzana Célia de Aguiar Soares.
Rev. cir. traumatol. buco-maxilo-fac; 12(1): 61-68, Jan.-Mar. 2012. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: lil-792127

Objetivo:

O estudo propõe verificar a prevalência de fraturas condilares associadas à presença ou ausência de 3o molar inferior.

Metodologia:

A amostra foi composta de 86 ortopantomografias de pacientes com fratura condilar, originária de 516 laudos e imagens. O levantamento envolveu os anos de 2003 a 2007. Os dados de identificação radiográfica e história clínica de fratura condilar foram avaliados e anotados. As radiografias panorâmicas dos maxilares existentes nos arquivos foram avaliadas. A análise destas se deu por meio do programa IMAGE J para obtenção da localização e angulação do terceiro molar inferior e mediante as classificações de Pell e Gregory e Winter.

Resultados:

O terceiro molar inferior estava presente em 69,8% das fraturas do côndilo mandibular; a presença do terceiro molar inferior erupcionado teve maior influência nos três tipos de fratura do côndilo mandibular; a fratura condilar mais encontrada foi a subcondilar, seguida da fratura de colo e, em menor expressão, da fratura de cabeça do côndilo mandibular; os dados revelam que, para os três tipos de fratura condilar, há uma maior relação com a posição mesioangular da classificação de Winter. Quanto à classificação de Pell e Gregory em relação às fraturas de cabeça do côndilo mandibular, houve uma distribuição equânime das posições A1, A2 e B3, as demais posições sido encontradas na amostra; em relação às fraturas de colo e subcondilares, houve maior relação com a posição B2 da classificação de Pell e Gregory.

Conclusão:

Não houve relação estatisticamente significativa entre a presença ou ausência de terceiro molar inferior incluso ou mesmo sua posição e a existência de fratura condilar.
Biblioteca responsável: BR97.1
Selo DaSilva