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Prevalência de fatores de risco coronarianos e alterações da perfusão miocárdica à cintilografia em pacientes diabéticos assintomáticos ambulatoriais / Prevalence of coronary risk factors and myocardial perfusion scintigraphy abnormalities in asymptomatic diabetic outpatients

Monteiro Júnior, Francisco das Chagas; Cunha, Fhabyula da Silva; Salgado Filho, Natalino; Barbosa, José Bonifácio; Furtado, João Ribeiro; Ferreira, Pedro Antônio Muniz; Nina, Vinícius; Lages, Joyce; Santana, Nilton.
Arq. bras. cardiol; 89(5): 306-311, nov. 2007. graf, tab
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: lil-470051

OBJETIVO:

Determinar a prevalência de fatores de risco (FR) para doença arterial coronariana (DAC) e isquemia miocárdica em uma amostra de diabéticos assintomáticos atendidos ambulatorialmente.

MÉTODOS:

De 80 diabéticos tipo 2 inicialmente recrutados no ambulatório de endocrinologia do nosso Hospital Universitário, sem sintomas e/ou diagnóstico de DAC, apenas 61 completaram o protocolo da pesquisa, sendo 52,5 por cento do sexo feminino, com uma média de idade de 56,3±10,9anos. Os pacientes foram submetidos a entrevista procurando-se identificar os FR e à realização de eletrocardiograma, ecocardiograma e cintilografia miocárdica perfusional (CMP), em repouso e sob estresse. De acordo com o resultado da CMP, foram distribuídos em dois grupos: um isquêmico e outro normal.

RESULTADOS:

Os FR identificados foram: sexo masculino (48 por cento), idade > 55 anos (51 por cento), história familiar de doença aterosclerótica precoce (16 por cento), passado de tabagismo (46 por cento), hipertensão arterial (44 por cento), sedentarismo (62 por cento), sobrepeso / obesidade (67 por cento), HDL-colesterol < 45 mg/dl (69 por cento), LDL-colesterol > 100 mg/dl (85 por cento) e triglicérides > 150 mg/dl (54 por cento). A CMP foi positiva para isquemia em 15 por cento dos pacientes. As variáveis associadas a esse diagnóstico foram sexo masculino (p=0,007), HDL baixo (p=0,046), história de tabagismo (p=0,038), hipertrofia ventricular esquerda (HVE) (p=0,043) e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) < 60 por cento (p=0,01).

CONCLUSÃO:

Observou-se uma alta prevalência de FR associados, bem como uma expressiva prevalência, de 15 por cento, de isquemia miocárdica. Sexo masculino, HDL-colesterol baixo, passado de tabagismo, HVE e FEVE < 60 por cento foram as variáveis identificadas como preditoras do diagnóstico de isquemia miocárdica.
Biblioteca responsável: BR1.1
Selo DaSilva