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Avaliação dos serviços públicos de Endodontia nos Centros de Especialidades Odontológicas de Minas Gerais / Assessment of public services in Endodontics in Dental Specialties Centers of Minas Gerais, Brazil

Costa, José Leonardo Barbosa Melgaço da.
Belo Horizonte; s.n; 2016. 115 p. ilus.
Tese em Inglês, Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-915483
Objetivo do estudo foi avaliar serviços de Endodontia na atenção secundária dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) de Minas Gerais (MG), em 2014. Dados de produtividade foram extraídos do TABWIN, segundo Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde dos CEO/MG. Variáveis de caracterização dos municípios (porte populacional, IDH, Índice de Gini), e dos serviços (cobertura PSF, tempo de credenciamento, tipo de CEO, produtividade) foram extraídas do IBGE e DATASUS. Avaliação dos gestores de saúde bucal dos municípios foi feita por um questionário. Análise descritiva e Correlação de Spearman foram realizadas a um nível significância de 5%. Distribuídos por 70 municípios, 76 CEO credenciados compuseram amostra, dos quais 65,8% eram tipo II. Tempo mediano de credenciamento foi 8 anos. A maioria das cidades apresentou porte populacional <50 mil habitantes (39,4%), IDH e Índice de Gini com 52,6% e 65,8%, respectivamente, acima da mediana e 93,4% das cidades com cobertura de PSF ≥ 50%. Endodontia de dentes unirradiculares apresentou maior mediana de produção, seguidos pelos trirradiculares e birradiculares, mas a maioria dos CEO não atingiu metas de produtividades estabelecidas pelo Ministério da Saúde (MS) e 52,63% alcançaram metas em menos de 25% dos meses disponíveis para análise. Houve correlação positiva, respectivamente, entre total de procedimentos de endodontia e média mensal de produtividade e porte populacional (p = 0,006; p = 0,003) e tipo de CEO (p= 0,004; p = 0,001); além de porcentagem de meses com meta alcançada e porte populacional (p = 0,015) e número de meses com meta alcançada e número de meses disponíveis para análise de produção (p=0,011). Houve retorno de 94,29% dos questionários dos gestores, a maioria era dentista (89,4%) e estava há mais de 2 anos no cargo (53%). A maioria das cidades tinha apenas um CEO em funcionamento (92,4%) com 2 dentistas (30,3%). Em 87,9% das cidades, endodontia era realizada apenas no CEO. Assistência em endodontia a outros municípios foi observada em 69,7% dos CEO, sendo 59,1% municípios da mesma microrregião de saúde. Haviam protocolos de referenciamento da atenção primária para CEO em 87,9% da amostra e, destes, 37,9% tinham protocolo municipal próprio e 34,8% seguiam o do MS. A maioria dos CEO tinha lista de prioridades no atendimento (65,2%) e 84,8% tinham meta de produtividade a seguir, sendo que 60,6% destes seguiam metas do MS. Em 50% dos CEO, tempo de espera para início da endodontia foi 1-6 meses. A maioria dos CEO não tinha recursos tecnológicos (42%) para endodontia e, após conclusão desta, 50% dos pacientes eram contra referenciados à atenção primária. Houve uma correlação positiva entre o número de dentistas que realizaram tratamento endodôntico no CEO com o total de procedimentos endodônticos (p=0,0013) e porcentagem de meses com meta alcançada (p=0,029); e correlação negativa entre recursos tecnológicos disponíveis com total de procedimentos endodônticos (p=0,010) e porcentagem de meses com meta alcançada (p=0,012). A maioria dos serviços de Endodontia nos CEO avaliados não alcançaram as metas. Observou-se que gestores desconhe
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Localização: BR365.1; D047, C837i, 2016. T
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