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Self-care practice of patients with arterial hypertension in primary health care / Prática de autocuidado de pacientes com hipertensão arterial na atenção primária de saúde

Mendes, Cláudia Rayanna Silva; Miranda, Maira Di Ciero; Lima, Francisca Elisângela Teixeira; Brito, Eva Anny Wélly de Souza; Freitas, Igor de; Matias, Érica Oliveira.
Rev. RENE; 17(1): 52-59, jan.-fev. 2016.
Artigo em Inglês | LILACS | Fev 2016 | ID: lil-786873
Resumo: Objective: to evaluate the practice of self-care performed by patients with systemic arterial hypertension in primary health care. Methods: this is a descriptive and cross-sectional study, conducted with 92 individuals with arterial hypertension in a primary care unit. The data collection occurred through script and data analyzed using descriptive statistics (frequency, mean and standard deviation) and through the understanding of the adaption between capacity and self-care demand. Results: it was identified as a practice of self-care: adequate water intake, salt intake and restricted coffee, satisfactory sleep period, abstinence from smoking and alcoholism, continuing pharmacological treatment and attending medical appointments. As the demands: inadequate feeding, sedentary lifestyle, had no leisure activities, self-reported stress, and limited knowledge. Conclusion: although patients performed treatment a few years ago, still showed up self-care deficits, highlighting the need for nurses to advise and sensitize about the importance of self-care practice.
Objetivo: avaliar a prática de autocuidado realizada porpacientes com hipertensão arterial sistêmica na atenção primária de saúde. Métodos: estudo descritivo, transversal, realizado com 92 pessoas com hipertensão arterial, em uma unidade de atenção primária. A coleta de dados ocorreu por meio de roteiro e os dados analisados por estatística descritiva (frequência, média e desvio padrão) e através da compreensão da adequação entre capacidade e demanda de autocuidado. Resultados: identificou-se como prática de autocuidado: ingestão hídrica adequada, consumo de sal e café restrito, período de sono satisfatório, abstinência ao tabagismo e etilismo, continuidade do tratamento farmacológico e comparecimento às consultas. Quanto às demandas teve-se: alimentação inadequada, sedentarismo, não possuíam atividades de lazer, estresse autorreferido e conhecimento limitado. Conclusão: apesar dos pacientes realizarem o tratamento há alguns anos, ainda evidenciou-se déficits de autocuidado, destacando a necessidade do enfermeiro em orientar e sensibilizar quanto à relevância da prática do autocuidado.
Biblioteca responsável: BR6.1