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Tipo
- Respostas em APS (650)
1.
Paciente de 32 anos que realizou laqueadura há 3 anos tem tido um fluxo menstrual muito intenso e não quer mais menstruar. O uso de um contraceptivo injetável seria prejudicial, tem alguma contraindicação?
Resposta:
Resposta:
A laqueadura tubária, também conhecida como ligadura tubária ou ligadura de trompas é um método anticoncepcional cirúrgico definitivo. Apresenta elevada eficácia através do bloqueio das trompas, situação que impede o encontro do espermatozóide do homem com o óvulo da mulher.
Após a realização da laqueadura tubária as mulheres continuam menstruando normalmente. Em alguns casos as mulheres submetidas ao procedimento referem que passaram a apresentar fluxos menstr
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2.
Quais são as causas de hiperinsulinemia?
Resposta:
Data: 17/03/2011
Resposta:
Hiperinsulinemia (resistência aumentada à insulina) significa excesso do hormônio insulina circulante no corpo humano. A hiperinsulinemia pode ser provocada pela obesidade, sobrepeso, sedentarismo e consumo elevado de carboidratos refinados (farinha branca), que provocam aumento da glicose no sangue e consequentemente uma produção aumentada de insulina pelas células pancreáticas.
Doença hepática gordurosa não alcoólica (FÃgado impregnado de gord
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3.
Qual é o diagnóstico diferencial de paralisia facial periférica?
Resposta:
Resposta:
Na avaliação de um paciente com paralisia facial periférica (PFP), anamnese detalhada e exame fÃsico minucioso são fundamentais, a fim de investigar causas secundárias (Tabela 1). A paralisia de Bell ou idiopática é a etiologia mais comum (cerca de 50 a 75% dos casos), porém representa um diagnóstico de exclusão.1, 2
Inicialmente é importante definir se o quadro é súbito ou gradual. Na paralisia de Bell o inÃcio é súbito, e o tempo de progressão do inÃcio do
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4.
Qual o tratamento para paralisia facial periférica idiopática (paralisia de Bell)?
Resposta:
Data: 00/00/0000
Resposta:
O tratamento da paralisia de Bell deve ser iniciado o mais precoce possÃvel após o inÃcio da paralisia. Os cuidados oculares para prevenção de ceratite e ulceração de córnea são essenciais, tendo em vista que o paciente tem fechamento incompleto da pálpebra e com frequência lacrimejamento insuficiente.
Devem ser prescritas lágrimas artificiais (por exemplo, metilcelulose, hipromelose), a ser aplicadas de hora em hora enquanto o paciente está ac
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5.
Como prevenir os indivÃduos que já tiveram tuberculose de adquirirem pneumonia?
Resposta:
Data: 16/03/11
Resposta:
A primeira informação importante nesta situação é saber se o paciente fez seu tratamento corretamente e se recebeu alta do tratamento da tuberculose. É necessário saber se este paciente ficou com sequelas após esta tuberculose, se ficou com limitações pulmonares (retrações, atelectasias).
Pressupondo que ele tenha alguma limitação (que é sempre esperado após uma tuberculose), podemos considerá-lo um pneumopata, ou seja, doente crônico do pul
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6.
Quais as possÃveis patologias associadas a presença de plaquetas aumentadas como achado casual e quais os proximos passos para confirmar?
Resposta:
Data: 17/03/2011
Resposta:
As plaquetas (trombócitos) normais têm um diâmetro de 2 a 3 mm, espessura em torno de 1.0 mm e volume de 7.0 fl. A vida média das plaquetas no sangue circulante é de 9 a 12 dias e cerca de 7000 plaquetas /ml são consumidas diariamente com a finalidade hemostática. Em situações normais, estão em número de 140.000 a 400.000/mm³ no sangue periférico.
O tamanho da plaqueta, medido através do Volume Plaquetário Médio (VPM), é um marcador da funÃ
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7.
Quais as indicações de Endoscoia Digestiva Alta em pacientes com sintomas dispépticos?
Resposta:
Data: 18/03/11
Resposta:
A dispepsia não-ulcerosa, também chamada dispepsia idiopática ou funcional, é definida como no mÃnimo 12 semanas consecutiva ou não de dispepsia persistente ou recorrente sem evidências de doença orgânica, não aliviada por defecação, e não associada ao inÃcio de alteração na frequência e no formato das fezes (o que pode indicar sÃndrome do intestino irritável).
A dispepsia não-ulcerosa é diagnosticada após exclusão de outras causas de d
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8.
Qual o tratamento da PtirÃase rósea?
Resposta:
Data: 16/08/2010
Pelo caráter auto resolutivo, a pitirÃase rósea na maior parte das vezes não necessita de nenhum tratamento especÃfico além de educação do paciente quanto à benignidade do quadro. (grau D)
Apesar disto, uma série de opções terapêuticas foram avaliadas, algumas das quais podem gerar benefÃcio para aqueles pacientes que requerem terapia.
O uso de corticóide tópico de média potência pode ser útil naqueles pacientes com prurido moderado, enquanto cort
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9.
Como pode ser manejada a cãibra noturna de membros inferiores idiopática?
Resposta:
Data: 04/10/10
Frente a um paciente com quadro de cãimbra em membros inferiores (MMII) de origem idiopática, tranquilize-o que se trata de uma condição comum, sem causa conhecida e que pode se resolver espontaneamente.
Procure aconselhar o paciente a respeito de algumas medidas para auto-manejo:
Para aliviar um ?ataque? : faça alongamentos e massageie a musculatura afetada. Por exemplo, para cãimbra na panturrilha, alongue a perna e faça dorsiflexão do pé/tornozelo ou caminhe
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10.
Qual o tratamento para otite externa fúngica?
Resposta:
Data: 26/08/10
Não foram encontrados estudos clÃnicos abordando o tratamento de otite externa fúngica.
Baseado na opinião de especialistas, recomenda-se que o tratamento seja composto por:
controle dos fatores predisponentes . Entre eles o uso crônico de gotas otológicas com esteroides e Diabetes mellitus descompensada (1).
remoção mecânica meticulosa dos fungos e do macerado epitelial presentes no canal auditivo externo (1,2).
uso de antifúngico tópico (2-4):
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