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Análise da resistência à fratura entre pilares retos e angulados do sistema cone Morse / Analysis of resistance to fracture between straight and angled abutments of Morse taper system

Santos, Vanessa Tavares de Gois; Trento, Cleverson Luciano; Santos, Pricila Rejane Silva; Siqueira, Allancardi dos Santos; Griza, Sandro; Santos, Silvando Vieira dos.
Rev. odontol. UNESP (Online); 44(2): 67-73, Mar-Apr/2015. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | ID: lil-746236

Abstract

Objetivo Analisar a resistência à fratura por fadiga dos conjuntos implante-pilar, nos tipos reto e angulado, submetidos a cargas cíclicas similares às mastigatórias. Material e método Foram utilizados 32 implantes (3,75 × 11 mm) com sistema cone Morse e 32 pilares, separados em dois grupos: pilares retos e angulados (n=16) (Neodent, Curitiba, PR, Brasil). Os conjuntos foram submetidos a testes cíclicos em equipamento servo-hidráulico, fixando-se o número de ciclos em cinco milhões. Foram avaliados: número de ciclos, carga e momento de força das amostras. O Teste de Fisher e o Teste ANOVA foram aplicados (p<0,005). Amostras fraturadas foram analisadas em microscopia eletrônica de varredura (MEV). Resultado Dos pilares retos, quatro resistiram ao número de ciclos estabelecidos, suportando cargas entre 470 N e 510 N. No grupo dos angulados, nove amostras resistiram a cargas entre 570 N e 890 N. Quanto às amostras fraturadas abaixo do número de ciclos, no grupo pilar reto, nove fraturaram com cargas entre 470 N e 630 N. No grupo pilar angulado, cinco amostras fraturaram com cargas entre 760 N e 890 N. Foi calculado, para cada conjunto implante-pilar, o momento de força (Médias: Grupo reto – 4.335,2 Nmm, Grupo angulado – 3.923,3 Nmm). Conclusão Os dois tipos de pilares (retos e angulados), em condições in vitro, comportaram-se estatisticamente de forma semelhante, sendo aceita a hipótese nula de que não há diferença de resistência à fratura entre os grupos. .
Objective The aim of this study was to verify the fatigue fracture resistance of the implant-abutment joint, in straight and angled types, subject to cyclic loads similar to chewing. Material and method It was used 32 implants system (3.75 × 11mm) with Morse taper and 32 abutment, divided in two groups: abutment straight and angled (n = 16) (Neodent, Curitiba, PR, Brazil). The sets were submitted to cyclic testing using servo-hydraulic equipment, fixing the number of cycles at 5 million. It was evaluated the number of cycles, load and moment force of the samples. The Fisher test and ANOVA were applied (p<0,005). Fractured samples were analyzed in the scanning electron microscopy (SEM). Result Straight abutment, four resisted the cycles number established, supporting loads between 470N and 510N. Angled abutment: nine resisted to loads between 570N and 890N. Regarding the fractured samples below the number of cycles, in the straight abutment, nine fractured with loads between 470N and 630N. In the angled abutment, five fractured with loads ranging from 760N and 890N. The moment of the force was calculated for each joint implant-abutment (Averages: Straight Group - 4335,23Nmm, angled Group - 3923,37Nmm). Conclusion Two types of abutments (straight and angled), in vitro conditions, statistically behaved similarly, and accepts the null hypothesis that there is no difference in fracture resistance between groups. .
Responsible library: BR1.1
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