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Masticatory change, enriched environment, and aging/Alteração mastigatória, ambiente enriquecido e envelhecimento: estudos estereológicos de CA1 do hipocampo de camundongos suíços albinos

Mendes, Fabíola de Carvalho Chaves de Siqueira; Felício, André Pinheiro Gurgel; Diniz, Cristovam Wanderley Picanço; Sosthenes, Marcia Consentino Kronka.
Rev Pan-Amaz Saude; 7(4): 31-40, 2016. ilus
Artigo em Português | IEC | 2016 | ID: iec-16198
Resumo: OBJETIVOS: Visando investigar os efeitos da alteração da atividade mastigatória sobre a população celular, avaliaram-se as consequências da dieta farelada sobre a quantidade de astrócitos em CA1 (Corno de Ammon 1) do hipocampo. Além disso, consideraram-se os impactos da dieta e possíveis alterações associadas ao ambiente enriquecido e aos processos neuropatológicos que podem surgir durante o envelhecimento. MATERIAIS E MÉTODOS: Camundongos fêmeas da variedade suíça albina foram divididos em janelas temporais de 6, 12 e 18 meses. Esses animais, distribuídos em grupos, receberam ração peletizada (RP) ou farelada (RF), sendo criados em ambiente enriquecido ou padrão. Completadas as idades, o material encefálico foi processado para imunohistoquímica da proteína ácida fibrilar glial. Com o auxílio do fracionador óptico, quantificaram-se os astrócitos em CA1, destacando-se variações entre as suas camadas. RESULTADOS: O ambiente padrão induziu modificações laminares em diferentes modelos em todas as camadas, identificando aumentos e reduções no número de astrócitos (grupos RP, no Stratum lacunosum-moleculare; e RF, em todas as camadas). No ambiente enriquecido, notaram-se modificações significativas somente na camada piramidal (entre as idades de 6 e 12 meses e de 6 e 18 meses, com redução no número de astrócitos). CONCLUSÃO: As diferenças encontradas seriam dependentes da dieta, da idade e do envelhecimento, sugerindo que a astrocitose em camundongos adultos jovens estaria relacionada a mecanismos neuroprotetores e que a privação mastigatória nessa idade influenciaria negativamente essa ação. Ademais, os astrócitos no envelhecimento estariam envolvidos em processos pró-inflamatórios se associados a uma condição de alteração da mastigação, e o enriquecimento ambiental proveria neuroproteção aos efeitos maléficos do envelhecimento e da privação mastigatória
OBJECTIVES: In order to investigate the effects of alteration in masticatory activity on the cell population, the consequences of the mash diet on the amount of astrocytes in CA1 (Ammon's horn 1) of the hippocampus were evaluated. In addition, the impacts of diet and possible changes associated with the enriched environment and neuropathological processes that may appear during aging were considered. MATERIALS AND METHODS: Female Swiss albino mice were divided into temporal windows of 6, 12 and 18 months. These animals were distributed in groups and received pelleted (PF) or mash (MF) feed, being raised in an enriched or standard environment. With the mentioned age reached, encephalic material was processed for immunohistochemistry of glial fibrillary acidic protein. With the aid of an optical fractionator, astrocytes were quantified in CA1, with variations among their layers. RESULTS: The environmental standard induced laminar changes in different models of all layers, identifying increases and decreases in the number of astrocytes (PF groups, Stratum lacunosum-moleculare; and MF, in all layers). In the enriched environment, significant changes were observed only in the pyramidal layer (between the ages of 6 and 12 months and of 6 to 18 months, with reduction in number of astrocytes). CONCLUSION: The differences found depend on diet, age and aging, suggesting that astrocytosis in young adult mice would be related to neuroprotective mechanisms and that masticatory deprivation at that age would influence this action negatively. In addition, astrocytes during aging would be involved in pro-inflammatory processes if associated with a condition in chewing alteration and environmental enrichment would provide neuroprotection to the malefic effects of aging and masticatory deprivation
OBJETIVOS: Con el objeto de investigar los efectos de la alteración de la actividad masticatoria sobre la población celular, se evaluaron las consecuencias de la dieta de molido grueso sobre la cantidad de astrocitos en CA1 (Cuerno de Amón 1) del hipocampo. Además, se consideraron los impactos de la dieta y las posibles alteraciones asociadas al ambiente enriquecido y a los procesos neuropatológicos que pueden surgir durante el envejecimiento. MATERIALES Y MÉTODOS: Ratones hembras de la variedad albina suiza se dividieron en ventanas temporales de 6, 12 y 18 meses. Esos animales, distribuidos en grupos, recibieron ración en pellet (PE) o molido grueso (MG), siendo criados en ambiente enriquecido o estándar. Completadas las edades, se procesa material encefálico para inmunohistoquímica de la proteína fibrilar acídica de la glia. Con el auxilio del fraccionador óptico, se cuantificaron los astrocitos en CA1, destacándose variaciones entre sus camadas. RESULTADOS: El ambiente estándar indujo modificaciones laminares en diferentes modelos en todas las camadas, identificando aumentos y reducciones en el número de astrocitos (grupos PE, en el Stratum lacunosum-moleculare; y MG, en todas las camadas). En el ambiente enriquecido, se notaron modificaciones significativas solamente en la camada piramidal (entre las edades de 6 y 12 meses y de 6 y 18 meses, con reducción en el número). CONCLUSIÓN: Las diferencias encontradas serían dependientes de la dieta, de la edad y del envejecimiento, sugiriendo que la astrocitosis en ratones adultos jóvenes estaría relacionada a mecanismos neuroprotectores y que la privación masticatoria en esa edad influiría negativamente esa acción. Además, los astrocitos en el envejecimiento estarían involucrados en procesos proinflamatorios cuando asociados a una condición de alteración de la masticación y el enriquecimiento ambiental suministraría neuroprotección a los efectos maléficos del envejecimiento y de la privación masticatoria
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